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	<title>APRESSADO PRA NADA</title>
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	<description>Quem é Zé Geraldo Barreto</description>
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		<title>APRESSADO PRA NADA</title>
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		<title>nada</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 00:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zegeraldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[ao blog zegeraldo.wordpress.com]]></category>

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		<description><![CDATA[NADA O “velho” Huble descobriu uma estrela gigantesca 200 vezes maior que nosso solzinho de 5º grandeza. Mas quando em 2013 o poderoso telescópio James Webb o superar numa órbita posicionada três vezes à distância Terra-Lua, apesar do que ele nos possa revelar o cidadão comum seguirá sua rotina e os doutores da astronomia e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zegeraldo.wordpress.com&amp;blog=3953101&amp;post=6414&amp;subd=zegeraldo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>NADA</strong></p>
<p><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/06/hubble_01-7064241.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6420" title="Hubble_01-706424" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/06/hubble_01-7064241.jpg?w=150&#038;h=121" alt="" width="150" height="121" /></a></p>
<p>O “velho” Huble descobriu uma estrela gigantesca 200 vezes maior que nosso solzinho de 5º grandeza. Mas quando em 2013 o poderoso telescópio James Webb o superar numa órbita posicionada três vezes à distância Terra-Lua, apesar do que ele nos possa revelar o cidadão comum seguirá sua rotina e os doutores da astronomia e da astrofísica continuarão buscando novidades galácticas e químicas do universo, como sempre se deparando com a incógnita dele não ter fim&#8230;</p>
<div id="attachment_6426" class="wp-caption aligncenter" style="width: 216px"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/73a35.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-6426" title="73A35" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/73a35.jpg?w=206&#038;h=170" alt="" width="206" height="170" /></a><p class="wp-caption-text">James Webb</p></div>
<p>“Amanhã” a galáxia Andrômeda irá nos engolir, mas não há o que temer. Daqui a três bilhões de anos nosso Sol já estará morto e do bicho homem sequer haverá vestígios. Pior, se levando junto todo seu progresso e apuro intelectual, o fim da espécie acontecer bem antes da anunciada hecatombe.</p>
<div id="attachment_6427" class="wp-caption aligncenter" style="width: 261px"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/andromeda.png"><img class="size-thumbnail wp-image-6427" title="andromeda" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/andromeda.png?w=251&#038;h=201" alt="" width="251" height="201" /></a><p class="wp-caption-text">Andrômeda</p></div>
<p>O homem se embasbaca diante do vertiginoso e eterno expandir do universo, coisa que não se encaixa em raciocínio de nenhum PHD. Tal realidade trava qualquer intelecto. Embora os “iniciados” busquem a trincheira da física e da astrofísica &#8211; inacessível pros leigos &#8211; também eles esbarram no vazio, e alguns apelam pra metafísica. Diante da perspectiva do nada, até ateu imita avestruz. Palatável seria a tese de que por mero acidente a evolução das espécies gerou o raciocínio do homem. Mas depois de séculos de processo civilizatório, esteio para massagear ego continua baseado em suposições. Tendo que se conformar com a morte, o homem da tratos à bola sem entender o porque de um entorno que não tem fim. Melhor para o chipanzé que só se preocupa em catar piolho na companheira. Como disse Jean Paul Sartre: “O homem é uma piada trágica num conserto de total absurdo cósmico.</p>
<div id="attachment_6428" class="wp-caption aligncenter" style="width: 327px"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/a1451.gif"><img class="size-thumbnail wp-image-6428" title="a1451" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/a1451.gif?w=317&#038;h=317" alt="" width="317" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">Aglomerado de Galáxias</p></div>
<p><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/8.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-6453" title="8" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/8.jpg?w=300&#038;h=235" alt="" width="300" height="235" /></a></p>
<p>No correr do tempo, de forma efêmera o homem passa pelo planeta, e dos grandes pensadores ficam apenas ensinamentos e lembrança de genialidade. Da parte física sobra o osso. Para os que temem a morte muleta é metafísica ou religião. Para eles é difícil levar a vida sem ela. Mas ante a infinidade do cosmo até ateu tem seu momento de avestruz.<br />
Porque biodiversidade? Qual a razão de cerca de 10 a 50 milhões de espécies animais e vegetais aqui na Terra? Por que ante a estética estabelecida são tão repugnantes as vísceras da bela espécie animal. O que regula ciclo de vida e até onde irá evolução dita civilizatória? Vida inteligente artificial e hibernação enfrentarão imensidão do cosmo? Por mais que manipulem as células e se multipliquem os neurônios do cérebro humano haverá sempre limite na progressão do raciocínio. Mesmo dispondo de uma alavanca tecnológica, o brilhante pensador contemporâneo não avança um passo sem recorrer ao passado, buscando subsídios em um Tales de Mileto ou no genial Sócrates analfabeto.<br />
Incrível! Extraordinário! É o que a “formiguinha” humana conseguiu edificar aqui nesta ínfima parcela da Via Láctea chamada Terra! Mas contemplando o fulgurante progresso tecnológico enquanto crianças famintas chafurdam lixões, é desconcertante a esbórnia de uma minoria privilegiada que prega direitos humanos em refinados ágapes, mas esbanja milhões de dólares em casamento da filha de ex-presidente da maior potência do planeta.</p>
<p><img class="size-thumbnail wp-image-6449 alignright" title="images" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/images2.jpeg?w=207&#038;h=131" alt="" width="207" height="131" /></p>
<p><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/021591996-ex006.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6450" title="0,,21591996-EX,00" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2010/08/021591996-ex006.jpg?w=217&#038;h=129" alt="" width="217" height="129" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zegeraldo.wordpress.com/6414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zegeraldo.wordpress.com/6414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zegeraldo.wordpress.com/6414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zegeraldo.wordpress.com/6414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zegeraldo.wordpress.com/6414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zegeraldo.wordpress.com/6414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zegeraldo.wordpress.com/6414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zegeraldo.wordpress.com/6414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zegeraldo.wordpress.com/6414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zegeraldo.wordpress.com/6414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zegeraldo.wordpress.com/6414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zegeraldo.wordpress.com/6414/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zegeraldo.wordpress.com/6414/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zegeraldo.wordpress.com/6414/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zegeraldo.wordpress.com&amp;blog=3953101&amp;post=6414&amp;subd=zegeraldo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A GUERRA DOS GIBIS &#8211; GONÇALO JUNIOR</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 18:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>zegeraldo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerra dos Quadrinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Brilhante escritor e jornalista, Gonçalo Junior se revela um emérito pesquisador, de muito fôlego. O enfoque do seu livro justifica o belicoso título A GUERRA DOS GIBIS, que mostra sem rodeios os bastidores do que está por trás da inocente leitura dos &#8220;gibis&#8221; pela garotada. Desnudando as &#8220;forças ocultas&#8221; que deles tiram proveito, Gonçalo conta [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zegeraldo.wordpress.com&amp;blog=3953101&amp;post=1589&amp;subd=zegeraldo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Brilhante escritor e jornalista, <strong>Gonçalo Junior</strong> se revela um emérito pesquisador, de muito fôlego. O enfoque do seu livro justifica o belicoso título <strong>A GUERRA DOS GIBIS</strong>, que mostra sem rodeios os bastidores do que está por trás da inocente leitura dos &#8220;gibis&#8221; pela garotada. Desnudando as &#8220;forças ocultas&#8221; que deles tiram proveito, Gonçalo conta como <strong>Adolfo Aizen</strong> correu atrás do O Globo e da Pimenta de Mello, editora de O Malho e do Tico-Tico. Embora deles não tenha obtido apoio, foi com a ajuda do capitão <strong>João Alberto e Barros</strong> &#8211; então chefe de polícia de <strong>Vargas</strong> e editor do jornal A Nação, que Aizen se tornou o grande importador dos quadrinhos no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/guerra_gibis6.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3760" title="guerra_gibis6" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/guerra_gibis6.jpg?w=500" alt="guerra_gibis6"   /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Quando no seu blog <strong>zegeraldo</strong> fala de quadrinhos, não  diz muito. Num mundo globalizado – quase falido – aonde em vez de algo palatável o  que alcança tiragens astronômicas são baboseiras, quem de fato se interessar pela importância sociológica e política que histórias em quadrinhos representaram no século que passou, tem que ler o livro A <strong>GUERRA DOS GIBIS</strong> de <strong>Gonçalo Júnior</strong>.  Zé o conheceu anos atrás quando por ele foi entrevistado para a <strong>GAZETA MERCANTIL</strong> de São Paulo. No entanto, no que lhe diz diretamente respeito em seu livro, cabe aqui alguns reparos. Gonçalo descreve a trajetória do Zé Geraldo desenhista com minúcias, mas ignorou o menino que publicou seu primeiro quadrinho no O<strong> Tico-Tico</strong>. Conta dele aos 15 anos, e fala da sua parceria com o poeta <strong>Lúcio Cardoso</strong> no lançamento do <strong>Guri</strong>, primeira revista em quadrinhos totalmente colorida. Cita o talentoso desenhista português <strong>Arcindo Madeira</strong>, cita <strong>Millôr Fernandes</strong>, mas esqueceu do <strong>Péricles</strong>, que, assim como o Millôr, também era um menino talentoso. Lá ele começou com os quadrinhos OLIVEIRA O TRAPALHÃO, para mais tarde, com o seu <strong>AMIGO DA ONÇA</strong>, ser um dos motivos da grande tiragem da famosa revista <strong>O CRUZEIRO</strong>, que chegou a ser editada em português e espanhol.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">No seu livro Gonçalo vai fundo, esmiuçalha, faz uma verdadeira pesquisa arqueológica sobre o que foi a grande celeuma em torno dos quadrinhos importados. Fala da obstinação de Adolfo Aizen, que com eles enriqueceu, mas também da oportunidade que o editor deu aos desenhistas e argumentístas brasileiros. Mas foi muito mal informado quando trata dos acontecimentos que culminaram com a lei de redução progressiva dos quadrinhos importados no Brasil. Começa bem, contando como na década de 50 intelectuais, religiosos e políticos apertaram o cerco contra as “tiras” e as “revistinhas”, taxando-as como “um veneno para a infância”, e cita até a conceituada revista <strong>Tempos Modernos</strong> de <strong>Jean-Paul Sartre</strong> e <strong>Simone de Beauvoir</strong>, que as diagnosticou como “doença infecciosa”. Uma Gama de motivações ideológicas: à direita censurando moral e bons costumes, e a esquerda a propaganda do poderio bélico americano que os “super-heróis” representavam.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">De fato, no Brasil, foi à assembléia gaúcha a primeira a aprovar um projeto para aumentar de 3 para 80% o imposto sobre circulação de histórias em quadrinhos. Mas o que Gonçalo Junior narrou a partir da década de 60 tem alguns equívocos. A lei que o deputado carioca <strong>Aarão Steinbruch </strong>conseguiu aprovar no congresso limitando a importação de “quadrinhos”, com cotas para os nacionais, nunca funcionou porque o presidente João Goulart não assinou a sanção que puniria seus infratores, e depois do golpe militar o Supremo Tribubal Federal deu ganho de causa aos empresários. (sic).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">No A <strong>Guerra dos gibis</strong> Gonçalo Junior se Ocupa da <strong>ADESP</strong> (Associação dos desenhistas de São Paulo) e seu diretor <strong>Maurício de Souza</strong>, mas ignora a <strong>ADAGER</strong> do Rio de Janeiro, resultado de uma longa luta pelos quadrinhos nacionais, que começou com <strong>Angelo Agostini</strong> e prosseguiu no <strong>Tico-Tico</strong>. Aconteceu, que com <strong>Ziraldo, Jaguar, Borjalo, Flavio Colin, Fortuna, Getúlio Delfin, Ivan Rodrigues </strong>– e outros ainda pouco conhecidos – a ADAGER surgiu anos antes da co-irmã paulista, e o Zé Geraldo foi eleito seu presidente.  <strong>Gonçalo</strong> fala do contato de <strong>Jânio Quadros</strong> com <strong>Ziraldo</strong> na redação de <strong>O Cruzeiro</strong>, no Rio, antes da sua posse. Mas desconheceu o fato que, depois de eleito presidente do Brasil, Jânio mandou o professor <strong>Mário Pedrosa</strong> procurar o Zé, então presidente da <strong>ABD</strong> (Associação dos desenhistas do Brasil) para que com o apoio do <strong>MEC </strong>liderasse uma cooperativa de âmbito nacional para produzir nossos quadrinhos. <strong>Mas Jânio Quadros renunciou&#8230; </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong>CETPA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O projeto de uma cooperativa nacional de artistas  foi por “água abaixo”. <a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/digitalizar000315.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4106" title="digitalizar000315" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/digitalizar000315.jpg?w=212&#038;h=300" alt="digitalizar000315" width="212" height="300" /></a>Mas, depois da posse do JANGO, o então governador do Rio grande LEONEL BRIZOLA procurou o Zé no Rio propondo que largasse tudo que fazia,  para que ambos realizassem uma cooperativa no Sul. Foi assim que nasceu a <strong>CETPA</strong> (Cooperativa editora e de trabalho de Porto Alegre), que reuniu grandes desenhistas a argumentístas de todo canto, excetuando-se <strong>Ziraldo</strong>, <strong>Jaguar</strong>, e <strong>Maurício de Souza</strong>. Alavancando a luta dos colegas com o sucesso do seu <strong>Pererê</strong>, Ziraldo não tinha porque viajar, e, Carioca vacinado, Jaguar só deixaria o Rio arrastado. Quanto ao <strong>Maurício</strong>, conta Gonçalo Junior nas páginas 338 e 352 do seu livro A GUERRA DOS GIBIS, “que ele estava com o aluguel atrasado em oito meses quando o Zé o procurou em <strong>Mogi das Cruzes</strong> para equacionar seu problema e levá-lo para a CETPA em Porto Alegre”, mas ele lá nunca apareceu&#8230; Na ocasião, a esposa do Maurício guardava no ventre a filha  <strong>MÔNICA</strong>, nome da personagem hoje mundialmente conhecida. Há que reconhecer, que apesar da luta da ADAGER, da ADESP, da ABD e da CETPA, foi o talento do <strong>Ziraldo</strong> e do <strong>Maurício de Souza</strong> que projetaram internacionalmente os quadrinhos nacionais.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<div id="attachment_2527" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/digitalizar000511.jpg"><img class="size-full wp-image-2527" title="digitalizar000511" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/digitalizar000511.jpg?w=500" alt="CETPA"   /></a><p class="wp-caption-text">CETPA</p></div>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Por causa da reação do Zé Geraldo durante o programa BRASIL 61 da <strong>Bibi Ferreira</strong> na TV Excelsior, de São Paulo, que Gonçalo Junior o taxou de “tempestuoso e explosivo”. Ele se irritou quando ela anunciou um autêntico índio brasileiro para homenagear a luta nacionalista dos desenhistas, mas quem pisou o palco foi um índio fantasiado de “pele vermelha” americano. Coisas de produção alienada. Furioso, o Zé pegou o microfone e afirmou: &#8211; Ai está ao vivo, o resultado do aculturamento neste país!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">No relato de Gonçalo Junior quanto à lei que regulamentou importação dos quadrinhos, há omissões. Assim como o Zé menino foi vizinho e amigo do <strong>Adolfo Aizen</strong> em Copacabana, mais tarde também o foi do <strong>Aarão Steinbruch</strong> do bairro do Leme. Foi ele que &#8220;encheu sua cabeça&#8221; com a estória dos quadrinhos, e a lei aprovada em Brasília pelo deputado nasceu na ADAGER com a chancela do Ziraldo advogado e a colaboração dos companheiros,  numa associação que funcionava precariamente no apartamento do seu “presidente”. Outro equívoco do Gonçalo foi fazer do Zé Geraldo <strong>correligionári</strong>o do Brizola. Amigo chegado do político, desde a CETPA, admirava sua força e retidão de caráter, e, com <strong>Max da Costa santos, Dagoberto Rodrigues e Neiva Moreira</strong>, foi um dos que se empenharam pela eleição do Brizola como deputado federal e governador do Rio de janeiro. O fez por amizade, por gratidão, mas ganhou a pecha de &#8220;<strong>carregar a mala do Brizola</strong>&#8220;. No entanto, anarquista irrecuperável, nunca foi militante partidário.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Foi num momento de &#8220;necessidade&#8221; do  Zé Geraldo que o governador o nomeou diretor da antiga CODERT. Durante um almoço oferecido ao <strong>Ricardo Cravo Albin</strong> no Leme &#8211; onde o Zé residiu com a mãe &#8211; por ter ele transformado seu palacete na Urca em museu de arte,  que a <strong>Estela Marinho</strong>, amiga de infância do anfitrião, protestou contra Brizola:</p>
<p>- Como seu amigo o nomeia para uma diretoria burocrática e o deixa longe da luta pela cultura popular?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Quando alguém ousava tocar no assunto,  matreiramente o governador respondia: &#8211; <strong>Eu conheço o Zé Geraldo</strong>&#8230; Certamente se referia a um Zé radical, que insistia para que desse  um jeito no comércio da Barra da Tijuca, resmungando que carioca que não falasse inglês lá se ferrava.  SALE,  SHOW ROOM, POINT, DISIGNER, RECALL, e HALLOWEN, é o que lá se vê, esbravejava. Vão terminar substituindo <strong>saudade</strong>, palavra única, “copyright” do nosso idioma,  por HOME SIKNE, TO LONG FOR, ou seja lá por que for&#8230; Sempre de olho no <strong>Planalto,</strong> o maior susto do “doutor Leonel” foi quando sua biografia escrita e ilustrada pelo Zé quase foi parar nas livrarias. Ela destacava a veia revolucionária dos Brizola, contava de  um pai revolucionário &#8211; sumariamente executado depois da anistia entre Maragatos  e  federalistas &#8211; e estampava em sua capa  a emblemática foto do filho Leonel com metralhadora a tiracolo. No livro, o Zé contava da condição modesta dos Brizola, que no século XIX negociavam com muares, os levando de São Paulo para o Rio Grande do Sul. Darcy Ribeiro e Cibillis Viana, da assessoria mais chegada ao Governador, acharam a capa do livro uma provocação, que a divulgação do carater revolucionário dos Brilola seria um empecilho para a escalada do político rumo ao Planalto, e o livro não foi para o prelo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong>A FOTO PROIBIDA<br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:115%;font-family:&amp;"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/foto_034p5.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2174" title="foto_034p5" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/foto_034p5.jpg?w=500" alt="foto_034p5"   /></a> </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong>Quadrinhos do texto do livro &#8220;censurado&#8221; por Brizola</strong><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:115%;font-family:&amp;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1951" title="familia-brizola-trabalhava-com-muares1" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/familia-brizola-trabalhava-com-muares1.jpg?w=500" alt="familia-brizola-trabalhava-com-muares1"   /></span></span></span></span><strong>Os Brizola e o Caçula, e a lida com a Tropa de Muares.</strong><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:115%;font-family:&amp;"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/digitalizar00051.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2015" title="digitalizar00051" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/digitalizar00051.jpg?w=500" alt="digitalizar00051"   /></a></span></span></span></span><strong>Menino guerreiro, e já rapazinho, jardineiro da pefeitura da cidade.</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/brizola-menino-e-cabineiro-de-elevador2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1966" title="brizola-menino-e-cabineiro-de-elevador2" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/brizola-menino-e-cabineiro-de-elevador2.jpg?w=500" alt="brizola-menino-e-cabineiro-de-elevador2"   /></a></strong></span></span></span><strong>Brizola menino, carregando cesta do açougue, e mais tarde, como cabideiro de elevador em Porto Alegue. </strong><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><a rel="attachment wp-att-1632" href="http://zegeraldo.wordpress.com/2008/12/24/1589/familia-brizola1/"><img class="size-full wp-image-1632 aligncenter" title="familia-brizola1" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/familia-brizola1.jpg?w=500" alt="familia-brizola1"   /></a></span></span></span><strong>Os Brizola construindo sua casa &#8211; Mãe de Leonel seguindo marido preso.</strong><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Embora querendo distância do poder político, antes da diretoria da CODERTE &#8211; ainda por conta da “penúria&#8221; -  Zé Geraldo tinha ido assessorar seu amigo <strong>Pereira Pinto</strong>, então secretário de agricultura do governo Brizola. Para atender promessa de campanha &#8211; <strong>leite para criança </strong>- fez um esboço de cartaz, mas a assessoria de imprensa do governo o &#8220;descartou&#8221; como coisa radical.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:115%;font-family:&amp;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:black;"><strong> </strong></span></span></span></span></span></span></span><strong>Esboço do cartaz rejeitado<br />
</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;"><img class="aligncenter" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/imagem5.jpg?w=207&#038;h=284" alt="" width="207" height="284" /></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">No primeiro dia que o Brizola botou o pé no palácio Guanabara como Governador, o Zé Geraldo estava junto. Tomaram o café da manhã bem cedinho em Copacabana, o <strong>Gessy Sarmento</strong> pegou o Chevrolet, e, quando lá chegaram, o doutor <strong>Leonel</strong> botou pra correr uma gauchada que não largava sua cola, e já havia se “apossado” das mesas dos gabinetes palacianos. O governador sentou na sua mesa de trabalho, chamou o Zé, e foi  dando ordens que só um chefe de gabinete poderia executar. Sem querer bancar o <strong>Bakunin</strong> &#8211; que considerava inimigo quem lhe desse uma ordem – o Zé sentou num canto, escreveu um bilhete agradecendo, e se mandou&#8230; Fato é, que, na sua obstinação pelo Planalto, embora Brizola tenha deichado de lado toda aquela estória de apoiar a luta contra o aculturamento,  queria estar de olho no amigo &#8220;perigoso&#8221;.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Quando se lê no livro do insigne jornalista e escritor Gonçalo Junior:  &#8211; “recorrer à estratégia de condenar moralmente os <strong>Comics </strong>americanos” ou considerar “pregação ideológica” as estorinhas da <strong>CETPA</strong>, parece coisa de quem desconhece  o que representa invasão cultural. Mais um que deveria conhecer a máxima de <strong>Rui Barbosa</strong>: &#8220;<strong>Uma raça, cujo espírito não defende seu solo e seu idioma entrega a alma ao estrangeiro antes de ser por ele absorvida</strong>.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">A questão nunca foi importação de cultura norte-americana em quadrinhos, mas &#8220;americanísmos&#8221; que poderiam liquidar com o sonho do <strong>Darcy ribeiro</strong>: &#8220;Vêr o Brasil se transformar numa cultura única, tropical, miscigenada e bela.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;color:black;"><span style="font-family:Calibri;"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/brizola-hamiltom-chaves-ze-geraldo8.jpg"><strong><img class="alignright size-full wp-image-1707" title="brizola-hamiltom-chaves-ze-geraldo8" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/brizola-hamiltom-chaves-ze-geraldo8.jpg?w=500" alt="brizola-hamiltom-chaves-ze-geraldo8"   /></strong></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong>CETPA &#8211; Brizola, Hamilton Chaves e Zé Geraldo na década de 60 (Porão da legalidade).</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Sobre a ida do Zé Geraldo para Porto Alegre, na página <strong>349</strong> da <strong>A Guerra dos Gibis</strong>, um pequeno engano, que acima já foi esclarecido. No entanto, apesar de alguns equívocos, é de pasmar a precisão com que o Gonçalo repórter pesquisa e relata todas aquelas tumultuadas ocorrências do século que passou. Quando ele se refere especificamente a CETPA, é inacreditável a precisão como que conta minúcias sobre perseguição política e a tentativa de seqüestro da filha do Zé, <strong>Elizabeth</strong>. Fatos que adiante parece ignorar, quando atribui o ocaso da CETPA a xenofobia. Condena o regionalismo, mas esquece que foi o gaúcho  que adiou o golpe fascista  consumado em 64. Critica os <strong>Aba Larga</strong>, mas não se toca quando “nossos caipiras” vão pras TVs com <strong>chapelões</strong> de “cowboys”. Menciona revolução cubana de <strong>Fidel Castro</strong>? – e acusa de panfletários e doutrinários ingênuos personagens das revistinhas da cooperativa &#8211; afirmando também, que o discreto uniforme <strong>verde oliva</strong> do 1º Regimento de cavalaria gaúcha é cópia do espalhafatoso dólmã vermelho da Real polícia montada do Canadá. Ao cuidar dessas miudezas e menosprezar desenhista brasileiro, <strong>Gonçalo</strong> ignora o fato que o carioca <strong>Fernando Dias da Silva</strong> foi quem substituiu <strong>Alex Raymond</strong>, criador dos quadrinhos Flash Gordon, que <strong>Gutemberg Monteiro</strong> foi para Estados Unidos desenhar o Tom &amp; Jerry,  e que o paulista <strong>Shinamoto</strong>, de São Paulo desenhava o Pato Donald para os estúdios da <strong>Disney</strong>. Sem tomar conhecimento do que esclarece o jornalista argentino <strong>Daniel Cassola</strong> em seu artigo “La historieta em Rio Grande do Sul” para a revista <strong>APLAUDIDA</strong> em 2001: “Este pequeno e faminto cangaceiro <strong>ZÉ CANDANGO</strong> criado por José Geraldo (Zé Geraldo) e puxado por <strong>Renato Canini</strong>,” (&#8230;) o nem sempre bem informado Gonçalo continua equivocado com a autoria do personagem. Apesar de reconheçer a obstinada atividade do gestor da cooperativa, incomoda sua insistência em atribuir <strong>Zé Candango</strong> ao desenhista Canini – <strong>criação e roteiro</strong> do Zé Geraldo – que só não fazia os desenhos por motivos óbvios já apontados pelo próprio <strong>Gonçalo</strong>.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong> </strong></span>Nas páginas <strong>355</strong> e <strong>356</strong> do seu <strong>A Guerra dos Gibis</strong>, quando se refere ao trabalho de alguns artistas cooperativados Gonçalo os Tacha de panfletários e subversivos, insinuando que personagens como <strong>Aba Larga</strong> e <strong>Zé Candango</strong> são agentes da revolução cubana no Brasil. (sic). Regionalismo para ele parece sacrilégio, e considera que  “Apenas” o <strong>Jornal do Brasil</strong> e a <strong>Última Hora</strong> compraram as tirinhas do &#8220;<strong>Zé Candango de Canini</strong>”. Como se na época não fossem eles dos mais prestigiados jornais cariocas. Depois de menosprezar os trabalhos do historiador João Cândido de Maia Neto, e dos argumentístas  Cavaleiro Lima e Hamilton Chaves, compara as estórias da revista Aba Larga com faroeste americano &#8211; quando foi dos anais da brigada militar gaúcha de fronteira &#8211; que vieram os subsídios para o enredo das revistinhas. Insinua subversão num movimento de resgate de brasilidade, e considera  subversívos pacatos desenhistas. Verdade é, que o nefasto golpe militar da década de 60 dividiu o país. Uns contra, outros a favor.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;color:black;"><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/imagem-0012.jpg"><img class="size-full wp-image-1736 aligncenter" title="imagem-0012" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/imagem-0012.jpg?w=500" alt="imagem-0012"   /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;"><strong>Volta do exílio &#8211; Brizola com o Zé.</strong><span style="font-family:Calibri;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><strong>Quando</strong> na página <strong>376</strong> do seu livro Gonçalo diz que subversão foi o motivo político que parou o ingenuo <strong>Pererê</strong> do Ziraldo, esquece que o irreverente <strong>Pif  Paf </strong>do <strong>Millôr Fernandes</strong> foi  &#8220;excomungado&#8221; da revista <strong>O Cruzeiro</strong>. Porém, embora com os beleguins da repressão em seu encalço, com seu sócio <strong>Lúcio Abreu</strong> e o deputado <strong>Paulo Ribeiro,</strong> o Zé Geraldo ajudou  manter o <strong>Pif Paf</strong> vivo imprimindo seu tablóide na sua Editora Americana. Entretanto, em plena ditadura militar, ele não “vingou”. O Zé não se lembra se aconteceu pelo &#8220;<strong>humor</strong>&#8221; dos seus oito números,  ou foi por causa de uma capa que exibia a foto da  escultural vedete <strong>Mára Rúbia</strong> encimada pela comentada cabeça do então presidente Castelo Branco, com uma matilha de cães transvertidos em políticos mordendo-lhe as canelas. Na contracapa, uma paródia do piegas <strong>IF </strong>de Rudyard Kiplin, a moda <strong>Millôr</strong>. Se  o tablóide <strong>BUNDAS</strong> tentou ser seguimento do <strong>PASQUIM</strong>, aquele  novo <strong>Pif Paf </strong>certamente foi o seu precursor. Embora ainda não existisse o <strong>AI-5</strong>, foi por causa do jornal PANFLETO &#8211; ligado ao Brizola -, do Pif Paf do Millôr, e das cartilhas  de alfabetização do professor<strong> Paulo Freire</strong> CADERNOS DO POVO &#8211; tachados de subversivos pelo governador <strong>Lacerda</strong> &#8211; que,  contraditoriamente,  mandou ivadir a gráfica do Zé para apreende-las. Certamente ignorava que  parte de sua impressão fora realizada no seu próprio jornal <strong>Tribuna da Imprensa</strong>, na época dirigido  pelo <strong>Hélio Fernandes</strong>, irmão do <strong>Millôr</strong>, que socorreu o amigo Zé para complementar a grande tiragem encomendada. Tudo aconteceu no início da ditadura no país, mas os donos da gráfica e seus diretores &#8220;se ferraram&#8221;. O deputado do PTB P<strong>aulo Ribeiro</strong> foi cassado, o <strong>Lúcio Abreu</strong> se exilou no Chile, e depois de se esconder em tudo que foi canto e tentar em vão se exilar no consulado Uruguaio, o Zé foi parar no <strong>quartel do Méyer</strong>. Os diretores  da gráfica <strong>Alfredo Leal Santos</strong> e <strong>Jader</strong> &#8211; fichados como comunistas &#8211; foram parar no DOI-CODI. Quando preso no quartel Zé Geraldo assistiu o dígno editor Ênio da Silveira ser covardemente destratado,  acusado de comunista e homo sexual.  Porém, quando chegou sua vez,  teve que conter o riso. O oficial que o interrogou declarou solenemente ser aquela a <strong>revolução do FUSCA</strong>, porque patriotas como ele fundiam seu motor caçando comunistas.<span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;"><br />
</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">Referindo-se ao <strong>Pif Paf</strong> do Millôr no jornal Estado de São Paulo, a jornalista <strong>Lilia Moritz Scharcz</strong> contou que &#8220;nem o general Castelo Branco &#8211; récem-impossado presidente de um regime linha dura &#8211; escapou de virar piada.&#8221;</p>
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt><a href="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/humor11.jpg" target="_self"><img title="humor11" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/humor11.jpg?w=372&#038;h=300" alt="Millôr e 2 capas do tablóide" width="372" height="300" /></a></dt>
</dl>
<p class="wp-caption-dd"><strong>Millôr e duas capas do Pif Paf</strong></p>
<p class="wp-caption-dd" style="text-align:justify;">
<p class="wp-caption-dd" style="text-align:justify;">Também por causa do livro História de TIRADENTES – editada pela CETPA quando o Zé ainda era seu presidente –,  que ele respondeu ao temido IPM do <strong>ISEB</strong>. Motivo: o tipo morfológico do <strong>alferes</strong> estampado na capa  era pardo. <strong>Coisa de comunista</strong>. Voltando ao Gonçalo e sua A <strong>guerra dos Gibis</strong>, aquela velha estória do “morde e sopra”. Ele fala de um Zé Geraldo batalhador e magnânimo com os companheiros, entende quando contratou um ex-ministro do Perón exilado em porto Alegre, lembra até do Peugeot 404 que ele vendeu pra socorrer a CETPA. Destaca  também qualidades dos cooperativados, conta das andanças do Zé Brasil afora com índio, cavalo, e pelotão da brigada militar gaúcha, mas insiste em atribuir o fim da CETPA a xenofobia e plágio aos quadrinhos americanos, omitindo a concorrência desproporcional num mercado saturando de material importado a preço de banana. Não leva em conta ditadura militar, IPMs, “confisco” das máquinas que iriam imprimir as revistinhas nacionais, e a situação do Zé &#8211; no meio de toda aquela zorra &#8211; com a fama de “carregar a mala do Brizola”. O título <strong>A Guerra dos Gibis</strong> parece dar conta de um livro de somenos importância. Mas não será a visão estrábica que deformou o que de fato ocorreu com a cooperativa de Porto Alegre, e discordância quanto à revolução cubana de Fidel, que iria impedir o Zé de aplaudir trabalho tão importante. Entretanto, sem intenção de crítica, é lamentável constatar que no citado livro o nome <strong>Illo Lund</strong> &#8211; editor da série <strong>Coleção de Aventuras</strong> &#8211; importante para os quadrinhos nacionais, não aparece. Num mercado saturado de “supermans” americanos <strong>aprontando</strong> mundo afora, com o <strong>Lund</strong> o Zé  batalhou para contar em quadrinhos a atuação de nossos pracinhas na Itália. Não foi má qualidade dos desenhos ou do texto que limitaram a tiragem de Coleção de Aventuras. Controlado pelos poderosos dos meios de comunicação, um espaço saturado de quadrinhos importados impedia qualquer concorrência.<span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:10pt;color:black;"><br />
</span></span></span></p>
<p class="wp-caption-dd" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:10pt;color:black;"><br />
</span></span></span><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;color:black;"><a rel="attachment wp-att-1643" href="http://zegeraldo.wordpress.com/2008/12/24/1589/img/"><img class="size-full wp-image-1643 aligncenter" title="img" src="http://zegeraldo.files.wordpress.com/2008/12/img.jpg?w=500" alt="img"   /></a></span></span></p>
<dl class="wp-caption aligncenter"><span style="font-family:Calibri;"><span style="font-size:10pt;color:black;">Edição de <strong>Ilo Lund</strong> e Zé Geraldo sobre os pracinhas</span></span></dl>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p style="text-align:justify;">O <strong>Pererê </strong>do Ziraldo e a<strong> Mônica</strong> do Maurício de Souza aconteceram como exceção, pelo <strong>talento de ambos</strong>, e a competência do contexto empresarial que soube adotá-los. Com o <strong>Péricles</strong> e seu <strong>Amigo da Onça</strong> aconteceu o mesmo. Aumentou fortuna do <strong>Chateauxbriand</strong>, enriqueceu o <strong>Aciole Neto</strong>, mas, ofuscado pelo personagem que sustentava a tiragem da badalada revista <strong>O Cruzeiro</strong>, ganhando mal, o desenhista entrou em depressão, bebia muito, e se matou. Na porta do modesto apartamento deixou um cartaz: <strong>NÃO</strong> <strong>RISQUE UM FÓSFORO</strong>, abriu o gás, e se foi&#8230;</p>
<p style="text-align:center;">Para saber mais do Zé, clique em <strong>Quem é Zé Geraldo Geraldo. </strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/zegeraldo.wordpress.com/1589/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/zegeraldo.wordpress.com/1589/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/zegeraldo.wordpress.com/1589/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/zegeraldo.wordpress.com/1589/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/zegeraldo.wordpress.com/1589/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/zegeraldo.wordpress.com/1589/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/zegeraldo.wordpress.com/1589/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/zegeraldo.wordpress.com/1589/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/zegeraldo.wordpress.com/1589/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/zegeraldo.wordpress.com/1589/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/zegeraldo.wordpress.com/1589/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/zegeraldo.wordpress.com/1589/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/zegeraldo.wordpress.com/1589/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/zegeraldo.wordpress.com/1589/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=zegeraldo.wordpress.com&amp;blog=3953101&amp;post=1589&amp;subd=zegeraldo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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